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O movimento hippie no Brasil foi totalmente influenciado pelos Estados Unidos. Foi chamado de movimento de contracultura nos anos 60. O Brasil foi um dos países em que se teve maior popularidade, ficando atrás só dos EUA.
Os hippies adotavam um modo de vida totalmente a favor da natureza e comunitário. Eram nômades, e totalmente contra o nacionalismo e a Guerra do Vietnã. Abraçavam religiões como Budismo e Hinduísmo, sendo que adotavam pensamento de esquerda com relação a política capitalista e totalitária.
Os hippies defendiam o amor livre e a não violência. O estilo de se vestir e de se manifestar chama atenção. Cabelos e barbas sempre cumpridas o que passava falta de higiene.
No Brasil a música foi o que mais marcou o movimento. Vários artistas participaram e sua repercussão foi em todo o mundo. Raul Seixas, Zé Ramalho e Mutantes, marcaram com suas letras que chamavam atenção dos hippies.
O uso de drogas entre eles é continuo, usavam drogas como maconha e haxixe. O uso do cigarro feito de tabaco era considerado por eles prejudicial à saúde, por isso exaltavam o uso da maconha, não pelos seus efeitos, mas por sua natureza ilícita.
Eles não aceitavam a idéia de ganância do ser humano, eram adeptos ao pacifismo e totalmente contra a violência.
Os hippies não eram apenas um grupo de pessoas que só faziam sexo e usavam drogas, eles realmente acreditavam que podiam fazer um mundo melhor e participaram de grandes manifestações. No Brasil, houve uma tentativa de um “Woodstock” na cidade de Guarapari, no Estado do Espírito Santo. Foi um fracasso por causa da verba baixa liberada para o festival.
O movimento hippie, veio para o mundo para mostrar que a juventude estava mais crítica com relação aos problemas do mundo e que acreditavam que eram capaz de resolver todos eles. Tinham o objetivo de acabar com a pobreza e com o racismo. Os valores de ética e moral cresciam na mente dos jovens.

Uma garota normal. Amigos, baladas, bebida e homens. Aliás, homens era o que mais a interessava, toda semana com um diferente, quando não eram vários em uma só.
Os fins de semana eram todos iguais, muitas festas, álcool e por aí vai. Os homens não conseguiam resistir a ela, estavam sempre aos seus pés, e ela? Ah! Ela não queria nem saber dos falsos sentimentos deles. Estava sempre pensando que eles só queriam sexo e curtição, como se ela fosse muito diferente de todos eles. Ela não conseguia se apegar a ninguém, não conseguia gostar de ninguém. Ela era má, muito má.
Chegou o fim de semana, os dias de libertação. Saiu para encontrar os amigos, “festa estranha com gente esquisita”, como diria Renato Russo, ali não estava legal. Vou embora! Ela pensou. Antes do primeiro passo alguém se aproximou, era ele. Ele! O cara que ia simplesmente fazê-la sofrer. O que todos os homens que passou por sua vida sofreu. Oi! Foi o que ela conseguiu dizer, e ele da mesma forma se apresentou com um “oi” bem interessado. A noite terminou muito bem para os dois que acordaram juntos.
A transa daquela noite ficou na cabeça dela durante semanas, até quando resolveu ligar para marcar um novo encontro. Chamou, chamou, atendeu! Ele atendeu! E o melhor de tudo, aceitou o convite. Mas espera um pouco… Ela convidando alguém? Estranho, os homens que sempre correram atrás dela. Há algo errado, e isso a fez pensar. Ah meu Deus! Ela está apaixonada! E por alguém que ela mal conhece. Vou investir, ela pensou.
Saíram novamente, e ele lhe parecia tudo que ela sempre quis. Se divertiram, beberam e a noite acabou em um motel, do jeitinho que ela gosta. Tudo estava perfeito. Passado dias, tudo na mesma , quando ela percebeu , estavam namorando.
Começaram bem, sem brigas, cada um respeitando o espaço do outro, mas ela estava diferente, não queria mais sair se não fosse com ele, como se não existisse se não fosse por ele. As coisas começaram a sair do controle, ela já não podia conter aquele sentimento, ela passava a maior parte do tempo pensando nele. Já não vivia sua própria vida. E ele… Ah! Quase nada tinha mudado, a não ser, que agora ele tinha uma chata ligando o tempo todo, pra saber onde e com quem estava.
Aí está o ponto fraco de qualquer mulher, o homem que a trata com toda atenção não merece seu amor, já o que a despreza, esse sim é o alvo do amor verdadeiro.

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O livro de Christopher Vogler “A Jornada do Escritor“ foi feito, com o objetivo de ser um guia para escritores e roteiristas. Mas há quem diga que pode ser interpretado como um livro de lições de vida. A Jornada do Escritor não pode ser encarada como um mapa, ou como um livro de regras para a literatura. O autor diz que ele pode ser usado como uma fórmula, não como uma forma, é preciso ler para ter um referencial. Não como um livro que impõe o quê e como têm que ser escritos os textos literários.
O livro é escrito com uma linguagem simples, explicações mastigadas, criado para públicos de todo o mundo. O que pode ter gerado críticas entre alguns intelectuais. Vogler mostra que não existe um molde. Pois cada história tem seu próprio modelo, dependendo da maneira com que ela se desenrola, cada uma necessita de um fim diferenciado.
O autor afirma que “A Jornada do Escritor” foi uma grande influência para as criações literárias já existentes, mas acredita que irá aumentar mais ainda as criações do futuro. Basta os contadores de histórias entenderem esses princípios.
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O ano de 1968 começou como um ponto de partida para a história do Brasil e do mundo. A festa de réveillon na casa de Heloísa Buarque de Holanda abriu o ano para muitos intelectuais da época. Baseado na história e em fatos foi escrito o livro “1968: O ano que não terminou”, do jornalista Zuenir Ventura.
Em 1968 aconteceu absolutamente tudo: revoluções, revoltas, mortes, derrotas e vitórias. Zuenir Ventura escreve o livro vinte anos depois dos fatos ocorridos de forma concisa, com depoimentos dos protagonistas de todos os acontecimentos daquele ano.
A rebeldia dos estudantes paulistas e cariocas foi um marco para a época, sempre muito influenciados pelos movimentos estudantis da Europa e dos Estados Unidos. Por causa do governo militar, que desde 64 estava instaurado , eles organizaram passeatas nas ruas como protesto .
A população, que ainda não apoiava os movimentos estudantis, passou a apoiá-los por causa da morte do estudante Edson Luis Lima Souto. Mas a credibilidade do movimento foi acabando quando populares perceberam os atos de vandalismo. O movimento chegou ao fim em dezembro do mesmo ano, com a sanção do Ato Institucional Número 5 (AI-5), após a invasão da Universidade de Brasília (UnB).
O Brasil se lamentava pela morte de Edson Luis e os Estados Unidos estavam de luto pela morte de Bob Kennedy e Martin Luther King. Bob Kennedy dava esperança para os ianques, com relação à revolução na política do país. Tal esperança acabou com a sua morte.
“O poder das flores” era o lema para o movimento hippie. E em plena Guerra do Vietnã, a frase “faça amor não faça guerra” era a mais dita.
Com a divulgação da pílula anticoncepcional, o movimento feminista ganhou espaço e o numero de manifestantes cresceu muito.
O Tropicalismo era protagonizado aqui no Brasil por Caetano Veloso e Gilberto Gil, mas havia espaço para a música de protesto do cantor Geraldo Vandré.
O livro 1968: O ano que não terminou, é completo . Mostra uma vontade que emana do povo até hoje , foi o ano de heranças , de demonstrações de vontade de mudar .

O jornalista tem grandes responsabilidades e precisa tomar cuidados , prezando pela verdade de cada informação publicada .
A proporção que uma mentira pode tomar pode ser irreversível e quase sempre inesquecível . “Shattared Glass” trata muito bem da mentira nos artigos jornalísticos, pois demonstra que nem todas as pessoas possuem condições psicológicas para se tornar repórter .
É preciso ser cauteloso ao verificar informações e saber reconhecer uma mentira de longe , pois nem sempre tudo que é dito é confiável e relevante para se publicar .
A verdade sempre pode ser provada pelas pessoas, fatos , cartas , ao mesmo tempo a mentira pode ser comprovada com a falta de tudo isso . Portanto , é muito mais difícil descobrir a verdade do que a mentira . Todo cuidado é pouco para um repórter. É necessário responsabilidade e consciência do que está sendo exposto para a sociedade.
A sociedade se apega a todas as informações dadas em jornais e revistas de grande veiculação, o que faz com que tudo que é publicado é levado a sério . Seja uma catástrofe ou um casamento , as pessoas tendem a ler e tomar aquilo como verdade. Portanto, a melhor forma de publicar uma matéria é tendo certeza de que aquilo aconteceu e que tal pessoa falou realmente aquilo .
A mentira na vale a pena para essa profissão, nem pela melhor história e nem pela melhor capa, pois para tudo existe justiça e ética. Não existem regras , sim bom senso.

Filme de Billy Ray, Shattered Glass é baseado na história real da vida do jornalista , Sthepen Glass. O promissor repórter , inteligente, mas com sérios problemas psicológicos. O desenrolar do filme começa quando Glass publica na revista The New Republic o artigo ”Paraíso dos Hackers”. Um jornalista de uma revista rival começa a investigar o artigo e a fonte que lhe passou tantas informações bombásticas. Quando tudo começa a ser revelado descobre-se que Glass inventou toda a história. Com isso o editor da revista correu atrás de todos os artigos antigos de Glass. Aí foi o estopim. Quase todos os artigos eram inventados, histórias que saíam de sua cabeça e ele publicava como realidade nua e crua .
Glass , com certeza , sofria de distúrbios, pois vivia naquela realidade que acreditava ser verdadeira. A proporção que as historias tomaram, ele inventava mentiras e enganava todos os leitores da revista.
O jornalista tem grandes responsabilidades e precisa tomar muitos cuidados prezando sempre pela verdade.

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